OS DONOS DA REVOLUÇÃO

Aviso: esse artigo é longo, pesado, contém palavrões vergonhosos e spoilers sobre a sua vida.

Vamos começar com a identificação dos grupos que atuam profissionalmente com essa onda de manifestações que chegou como moda no Brasil.

1 – Petistas: é fácil encontrar pela internet empregados públicos e assessores do governo ridicularizando quem vaiou a Dilma no dia do jogo Brasil. O argumento é que esse pessoal “de elite” paga caro pra entrar no estádio e ainda quer protestar. Como se eles, numa tuitada, deixassem de fazer parte da elite que nos governa. E quanto a você, que tem dinheiro, deveria ter vergonha de ser rico, você deveria abdicar do direito de achar o socialismo do Dilmão a merda que ele efetivamente é. Muito apropriado, não? É tipo um ‘cala a boca e não enche o saco’ em retórica petista.

2 – PSTU e PSOL: também foi figurinha fácil, tanto nas passeatas como nas redes sociais, gente filiada a esses partidos aproveitando a agitação para atribuir para si a autoria de uma revolta que vem sendo experimentada por toda a sociedade civil.

 3 – Movimento Passe-Livre: enquanto os personagens acima cuidam do mainstream – a “elite” e o “governo” – esses daqui cuidam de questões de abrangência mais orgânicas partindo de uma reivindicação idiota: a gratuidade do transporte público. Certo, eles agora arrefeceram do zero absoluto pra R$3,00 pra atender a um imediatismo imperativo, mas vai vendo que depois tem mais.

4 – Movimentos estudantis: na minha opinião esses fazem o pior dos trabalhos sujos. Preme lembrar que os movimentistas universitários são todos filiados a alguma ideia gramsciana-marxista. O que se traduz, de fato, nessa tradição universitária dentro dos partidos da chamada “esquerda radical”. Esses personagens não-iniciados são responsáveis por doutrinar e conduzir passeatas ao mesmo nível deplorável de consciência que eles têm. Você pode achar isso de muita utilidade, até tem, eles cumprem uma agenda: mas saiba que você será imediatamente ridicularizado se for às ruas se apresentando com um comportamento à direita de um militante do PSOL. Quero dizer, se você for às ruas e aparentar ter muito dinheiro, não for pró-aborto, não for pró-maconha, não for pró-casamento gay, alguém vai lhe passar um pito e desautorizá-lo a reclamar do governo o qual você também é um governado. Você será chamado de “reaça” (“Ei reaça, vaza dessa marcha!”). Trocando em miúdos, só quem apoia a esquerda tem direito a reivindicações públicas. Essa é a democracia desses caras. Essa é a democracia do seu Slavoj Zizek, que bem admite que a oposição brasileira é algo tão inexistente quanto o neologismo que ele lança mão, o “emcimadomurismo”. Dentro de poucos dias vai ter incauto acreditando que Lula é um semideus autojustificável.

5 – O povo: o que resta dos meros mortais fora das esferas de poder não deveria ser incluído nessa lista enfadonha de embusteiros profissionais. Mas cumpre incluí-los, posto que eles recebem, nos círculos esquerdistas, o apelido carinhoso de “MASSA DE MANOBRA”. Esse é mais um termo gramsciano, pra variar. Bem, o povo tá dispersado nessa miríade de instituições falidas que atola o Brasil: saúde, educação, habitação, etc. A população aqui é de uma proporção continental e brasileiro adora opinar sobre tudo, não tem mais jeito de apontar um inimigo só. Isto é, o povo apresenta inimigos impessoais e vagos, cabendo aos heróis militantes a tarefa de manobrar o país sob o pretexto de alguma única reivindicação (que eles ainda parecem confundir), atendendo a uma premissa básica da disputa de poder: arranjar um inimigo urgente. O povo, limitado a disparar indefinidamente, só tem a serventia a qual lhe é de origem: massa de manobra.

                A partir disso tudo não cabe mais quantificar atores, a coisa começa a se misturar indistintamente… como numa passeata. No meio da confusão, enfraquecendo ainda mais a massa informe, um caboco surge do nada com um coquetel molotov e se une a uns tantos outros para depredar prédios públicos, estátuas, bancos – sobra até pra inocentes botecos de esquina. Reivindicando um suspeitíssimo apartidarismo, esses animais dão o golpe de mestre: jogar o povo contra si próprio. A coisa começa a parecer realmente perigosa e incendiada.

                A consequência das polaridades que se radicalizam é a morte ou o acordo. Mas o brasileiro não tem vocação pra suicida. E então lá vem ele, o indigitado, o rei do acordo, da tergiversação e dos discursos de paz, como um salvador super-organizado, dizer que tem uma solução. E então o impasse inextrincável parece magicamente resolvido: a passagem do bonde baixa vinte centavos.

                O resto desse filme a gente já viu. Aconteceu em 92, quando o pessoal da velha esquerda uspiana (PT e PSDB) adquiriu para si a autoria sobre as revoltas populares do Movimento Diretas Já. Mas tenho que dizer que esse arco dramático que refiz é um processo natural às insurreições. Pela lógica social, alguém vai sair beneficiado com o resultado, não tem como ser diferente. Do contrário, a revolta é falha, um movimento de ideias inconclusas, o esquecimento ou a tristeza geral.

                Veja você: pouco tempo atrás eu li um texto emocionado do Flávio Gomes, da ESPN, rememorando o espírito cívico daqueles dias de Diretas Já. Ele terminava o texto com sua extrema felicidade em encontrar o PT no poder. Quer dizer, o Flávio era só um universitário amestrado na época das Diretas que redundou, na prática, em mais um votante (e influenciador) nas urnas – quase trinta anos depois. Lendo aquilo, eu também fiquei emocionado. O Flávio tem o dom da escrita, e a esperança de pertencer a uma nação com espírito realmente cívico é uma das ideias mais fortes que alguém pode experimentar. Mas a realidade é que o PT foi quem obteve as benesses do movimento das diretas no fim das contas. Ficou claro como 2 e 2 que “diretas” era só um objetivo a priori. E que o povo foi mais uma vez a vítima de um silogismo que o enquadra como “massa de manobra”.

– Quem vai ser o beneficiário de todos esses movimentos de 2013?

Bom, isso não tem como saber. Mas temo que o principal beneficiado pelo fracasso dessa pífia administração socialista será… UM NOVO SOCIALISTA. Essa é a probabilidade mais segura, basta ver na inundação de discursos esquerdóides que pululam na sua timeline, no seu mural, no seu trampo, na boca dos porta-vozes do movimento, onde quer que seja, enfim. Eles mesmos já deixaram claro que vinte centavos é um motivo a priori (como chamávamos na escola ao estudar 1ª Guerra, o “estopim”). Vinte centavos é o desconto que vamos ganhar na passagem por ter que encarar mais um processo de renovação epitelial da mesma esquerda QUE JÁ ESTÁ SENTADA NO PODER desde 1992.

Faço questão de enfatizar que é a esquerda quem está no poder. Esse é um fato óbvio que, sei lá por que cargas d’água, ninguém mais parece lembrar. De fato, ninguém mais aguenta tanta roubalheira – roubalheira socialista – mas ninguém se toca que eles estão tirando proveito do próprio fracasso, avivando uma esquerdinha que cinco anos atrás era tida como inexperiente e desacreditada. Eles estão tirando proveito da nossa ingenuidade civil e falta evidente de democracia.

Alguns apareceram com a cara-de-pau de ressuscitar o heroísmo de dinossauros da velha esquerda, dos que “lutaram contra a ditadura”, como se esses caras não fossem os mesmos que nos roubam hoje, meu Deus do céu! O que me revolta é toda essa falta de escrúpulos na hora de mentir. O sujeito mente com uma indignação doentia, dramática, faz vista grossa para os próprios erros que cometeu. Porra, onde vocês aprenderam a se justificar assim? Até hoje eu morro de vergonha de admitir que votei no Lula. Não tenho o menor orgulho de lembrar que já fui partidário desse psicopata pretensioso. Não consigo nem me justificar dizendo que na época eu era menor. Prefiro uma dor verdadeira que o prazer idiota de me iludir: o fato é que eu fiz aquilo por vontade própria, compareci a um diretório do PT, adquiri bottons, fui a uma passeata, e fiz tudo isso numa época em que eu sequer era obrigado a votar. Fiz por burrice, porque eu queria me enturmar e achava bonito. E eu tenho vergonha disso, ué? Como é que uma pessoa não sente vergonha do que fez de errado e ainda tem a pachorra de arrotar na minha cara que eu não tenho o direito de reclamar por sentir vergonha de ter errado junto com ela? Que porra de inversão é essa? Onde mora a culpa e o arrependimento pra esse pessoal? Isso é uma mentalidade criminosa.

Quantas novas experiências socialistas vamos ter que engolir pra nos darmos conta de que socialismo é um erro, uma monstruosidade? – QUE NUNCA DEU CERTO EM LUGAR NENHUM.

Sigo cheio de dúvidas, mas de uma coisa eu tenho certeza: podem quebrar o planalto – se programarem uma bicuda no Dilmão, me liguem – mas não serão os fãs do Alan Moore, nem o PSTU, nem o PSOL, nem os petistas ocultos que vão me fazer acreditar no velho discurso “por um mundo melhor”. Vão se foder. Isso é balela. Isso é cometer um erro estúpido após o outro. Nego que aparece com essa retórica pra mim já nasce desacreditado. Pra mim, né?, que já to macaco-velho de ver esse tipo de potoca sendo metodicamente repetida. Pra mim o melhor vídeo do século XXI é o povo vaiando a Dilma e os otários do PSTU. E que se fodam os revolucionários de diretório.

Mas e os vândalos, esses imbecis? O que dizer desses filhos da puta? Uma bala de borracha melada no molho de pimenta é pouco pra enfiar no cu desses patifes. Alguém acredita quando eles se dizem apenas incendiários sem ideologia? Alguém acha que um cara que sai de casa encapuzado, portando explosivos, é só um indócil fã de Alan Moore? Vocês acham que eles aprenderam a se articular globalmente e a fabricar coquetéis molotov meditando o cogito cartesiano? – o anarquismo é um filhote do movimento revolucionário. Uma cria rebelde que hoje tem duas cabeças: de uma lado espanta quem está no poder, e do outro joga o povo contra o povo. Será que o dono de um boteco fica feliz com os manifestantes depois de ver seu estabelecimento depredado? E o pior, qual o descontente que vai ter coragem de dizer que a depredação é ruim durante uma ameaça de morte? Depois vejamos o destino dos caras do ETA e alguns ex-anarquistas daqui: suicidas, terroristas, picaretas e mercenários úteis a golpes de estado. Enfim, depois que a revolução vira situação, a natureza se encarrega de empacotar esses miseráveis. O fim desse surgimento de anarquistas é um só – e velho conhecido: qualquer merda, contanto que não seja à direita “disso tudo que está aí”.

É ESSA A IDEIA DE DEMOCRACIA DESSES FILHOS DA PUTA.

O “capitalismo” e a “direita reacionária” continuam a ser os inimigos prediletos. É a reiteração de um velho slogan que veio pra camuflar o óbvio: a expressão “isso tudo que está aí”, hoje, é a velha esquerda de ontem. Como esconder esse fato? Como tem gente acreditando nesses caras?! Temos no poder uma ex-Palmares, temos espalhados pela política vários ex-membros do MR-8 (se é que nisso existe dissidência, ou só uma mudança cômoda de nomes…)

Incensar esses caras quando um deles tá na presidência e outro na prefeitura do epicentro das manifestações, pra qualquer um que tenha resquícios de saúde mental, é um caso evidente de dissociação cognitiva completa. Talvez seja caso de doença. Fazer esse tipo de associação é um equívoco muito mais pesado que cometer um simples erro de julgamento. É diferente de não conseguir interpretar o mundo ao redor. Vi pessoas proferindo isso e elas não me pareciam autistas, ninguém me parecia sob hipnose. Elas falavam sério. É caso de burrice doentia mesmo. Uma sugestão sedenta de mundanidades completamente vãs. É aquele nível de dissociação que pode vir a se manifestar na esfera criminal, onde vão parar os casos mais canhestros de mentiras e erros de julgamento. Pra essas pessoas a sunguinha de crochê, o sapo barbudo e os larápios que assaltaram o Ademar de Barros não são pessoas reais que se alternam no poder há vinte anos. Pra essas pessoas esses sujeitos são fantasmas heróicos dentro de uma epopéia. Os erros, sequestros e matanças que eles cometeram antes são tragados pelo bem que nos fizeram. Qual bem? O bem de ter 100.000 homicídios todo ano. De ostentarmos a terceira e a décima capitais mais violentas do mundo (Teresina e Belém). Da desistência do plano de ligar o país com malhas ferroviárias só pra alimentar a indústria de automóveis. Do risco-país ser flagrantemente rebaixado por uma cultura arraigada de corrupção. O bem de darmos asilo político a mercenários e integrantes das FARCS. É esse o final da tal epopeia revolucionária que esse pessoal, ao mesmo tempo que protesta, aplaude!

Veja você que por muito, mas muito menos que um mensalão o Collor passou de Presidente da República pra office-boy do PT.

Mas depois os autocitados donos da revolução vêm dizer que eu não tenho planos “pra mudar o país”, enquanto que eles estão tendo mais exposição na mídia que o Neymar. Bem, o que eu posso fazer? Nunca deram espaço pro debate democrático. Na faculdade nunca ouvi falar em José Ortega y Gasset. A vida inteirinha fui estimulado a pensar como um esquerdista, induzido a crer que “direita” era algo relacionado a Hitler ou párocos severos tipo o Plínio de Oliveira. Aliás, as pessoas que ousavam falar de Deus na faculdade eram rechaçadas por meio de desprezo e deboche. Inclusive por parte de alguns professores. Numa cultura como essa, é impossível cobrar atitude organizacional política de um simples cidadão como eu, que tem contas a pagar com a divindade todos os dias depois das 10 da noite.

Mas ainda assim eu teimo em arriscar um plano, um velho plano de mais de 2.000 anos que atende pelo nome de Democracia. É. Mas a democracia que eu falo não são partidos de esquerda se digladiando pelo poder – isso é totalitarismo disfarçado. E pro Brasil sair dessa lama só tem um jeito, e vai demorar MUITO, chuto uns 30 anos ou mais. Mas sobre isso prefiro comentar num próximo post, já to ficando cansado pra desenvolver um novo assunto.

Prefiro continuar analisando o outro lado, o plano desses filhos da puta. Até agora só se ouviu acusações vazias contra a “direita” e nenhum pleno factível de mudança além da redução de vinte centavos no bonde. Sinceramente, é preciso fazer esse esforço pentelho de análise que eu tô fazendo pra concluir idiotamente que, por trás dessas inúmeras reivindicações, o “plano mirabolante” desses caras é pôr outro filho da puta, da mesma esquerda uspiana, nos poderes legislativo e executivo.

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 Eis Pedro Henrics, talvez você já o tenha visto dando entrevistas por aí. Ao mesmo tempo que ele tenta se por em posições de liderança da juventude, promove jantares com ex-mensaleiros. PESQUISE MAIS, OBSERVE QUEM ASSUME OS MICROFONES, HENRICS É SÓ MAIS UM EXEMPLO.

E o que esse plano maravilhoso do Henrics e dos anarquistas tem de original? O uso das novas tecnologias? Coquetéis molotovs? O facebook? Ora porra! Isso não tem nada de novo! Os caras tão fazendo a mesma coisa desde 1992 quando tiraram o Collor de Brasília praticamente na base da bicuda! Esse é o processo de renovação sistemático da esquerda no poder. É a cobra trocando de pele. Foi assim vinte anos atrás, vai ser assim agora.

O judiciário não precisa de revoluções porque já está minado de antemão pelas faculdades de direito – de inspiração foucaultiana e paulo-freiriana – que expelem esquerdóides paramentados a toque de caixa: 15.000 todo ano.

O tal do quarto poder, a mídia e o meio artístico, esse simplesmente dispensa comentários. A quantidade de simbologias e sacrifícios de inspiração oculta que são despejados pela indústria cultural é um troço simplesmente inacreditável pra quem já teve os olhos treinados. Num post futuro penso em escrever sobre o Gatsby, e eu vou falar de uma visão dessas de foder que passou despercebida pelo povo que tava na sessão. Eu saí desacreditado do mundo, sério.

Falando em sacrifício de inocentes, você leu algum jornalista se posicionando a favor do Estatuto do Nascituro? Não. Nem vai ver. Quem dá as cartas na imprensa são os mesmos esquerdistas uspianos, agregados da PUC e demais conchavados. É o caso da socióloga Débora Diniz (que Deus me livre não seja minha aparentada). A doutora Débora, em suas publicações, posa como uma dessas mentes científicas que sustenta que o feto humano é um “punhado de células” – assim, tão desforme quanto as massas que ela gosta de manobrar. Quando o feto sai da mãe, pergunto, ele é um punhado de celulas deformadas? É preciso chamar a dona Débora pra ela dar forma humana ao “punhado de células” que a mãe pariu? Esse pessoal adora dar essas opiniões absurdas, que de científicas não têm nada a não ser a retórica pedante.

Esse mesmo pensamento, quando chega às mãos de um assessor de imprensa ativista, vira o que eu apelido de Potoca Compartilhada. Já desmascaramos uma aqui, agora vai mais essa pérola, veja lá:

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“Vítima de pedofilia é obrigada a suportar gestação de alto risco” – montagem retirada do blog abortista da Lola Aronovitch.

 Agora vá até as “disposições finais” do Estatuto do Nascituro: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=443584&filename=PL+478%2F2007

Veja com seus próprios olhos que o estatuto altera as penas dos arts. 124 e segs, mas não menciona em canto nenhum o artigo 128 do Código Penal, cujas linhas finais AUTORIZA A MULHER ESTUPRADA A ABORTAR O FILHO.  Trocando em miúdos: O ESTATUTO DO NASCITURO NÃO DESAUTORIZA A ESTUPRADA A ABORTAR O FRUTO DO ESTUPRO.

Isso tá em lei, meu filho. Você acha que o manipulador esquerdista que começou com essas montagens ignora isso? A Clara Averbuck teve a cara de pau de mostrar num “adendo II” que reconhece que o art. 128 foi mantido. Ainda assim começou o post tentando apelidar o estatuto de “Bolsa Estupro”. É muita cara de pau! Clara Averbuck é aquela idiota que foi corneada pelo marido num reality show e agora paga de escritora revolucionária. Vá se foder, Clara! Você é uma mentirosa, uma aventureira patifa.

Alguém ainda acha que o movimento revolucionário é cheio de boas intenções acima de tudo? Se existe alguém então me explique esse desejo oculto de nos induzir a crer que aborto é uma coisa boa. Ou melhor, explique-me por que alguém ESPALHA UMA MENTIRA PRA SUSTENTAR UMA TESE DE MORTE? Pelo “mundo melhor”?

Finalmente, quero dedicar esse texto a meus exíguos leitores como uma mensagem de alerta e cuidado. Não quis mais me calar diante dos fatos que chegam até nós a todo instante. Não deem ouvidos a esses filhos da puta. Protestem pelo caralho a quatro, quebrem o cu da Dilma, mas mandem esses filhos da puta se foderem pra bem longe. Observem quem vai surgir – porque VAI surgir um novo idiota eleitoral.

Quando o maluco chega com esse papinho de Feliciano, aborto, com certeza é um doutrinado insensibilizado com vagas pretensões artísticas (99% dos casos) – o cenário artístico é a propaganda-mestra. Você ouvia falar que os artistas dos séculos passados eram tão atirados à maluquice, ao louquismo, ao hedonismo barato? Eram excêntricos, evidente, mas Blake, por exemplo, que hoje é tomado como poeta-mor dos louquistas, era um recluso com ideias teológicas elevadíssimas. Não se engane com o ideal de vida ‘rock’n roll’ desses playboys culturais que pululam na mídia, isso é pura viadagem de vítimas de manipulações mental. E é isso que esses caras são: vítimas inermes. E nós todos estamos indo pro mesmo buraco. Nos casos mais perigosos, mais escorregadios e difíceis de identificar, esses idiotas viram Claras Averbucks, ou seja, manipuladores graduados na arte de foder a mente do interlocutor com dubiedades e mentiras. Do contrário, pense bem, porque alguém seria tão veemente na defesa de algo contra a vida? Quais são as intenções de alguém que SOBREVIVE de ocultar e variar projetos de lei?

Tamanho macho cheio de filho querendo induzir os outros a acabarem com os seus. Que caralho é esse? Mande se foder automaticamente, sem piedade. Você não vive num tribunal, matar alguém não pode ser objeto de ponderação, de jeito nenhum, a não ser que esse alguém ameace a sua própria vida. Observe a história recente: esses louquistas, abortistas, putistas de hoje, são os dinheiristas, progressistas e ladrões de amanhã. Nós estamos assistindo esse movimento há 50 anos! Olhem a cara do Zé Dirceu!

Nos anos 70 a minha madrinha foi colega de um bicho-grilo que adorava passar o dia fumando um baseado. Ela o conheceu num congresso em João Pessoa. Ele parecia um inofensivo estudante de contabilidade, dado a movimentos de esquerda, a coisa mais normal do mundo. O primeiro furto de boa monta que ele cometeu foram colchões de uma das casas que o grupo tinha deixado. TODOS os colchões. Descobriram quem foi e acharam melhor excluir aquele idiota do próximo aluguel. Mas trinta anos depois ele reapareceu mais rico que todo mundo junto, figurando em todos os jornais: tinha virado tesoureiro do PT, o seu Delúbio Soares.

Vou descrever aqui dois princípios fundamentais que não saiam da minha cabeça por dias. Pensei em descrevê-los numa parábola com uma repórter insensível e um simples operário, mas acabei descobrindo, numa aula, que foram inspirações que devo ter herdado da consciência antiga. Não creio que profundas semelhanças com um princípio da ética romana (HONESTA VIVERE) sejam meras coincidências ou fruto de uma pretensa originalidade. Algumas coisas que parecem tão simples são tão arraigadas em nosso caráter, há tanto tempo, há tantas gerações, que é muita pretensão dissociá-las da sabedoria antiga. São elas:

1 – Mantenha sua saúde em dia; 2 – trabalhe honestamente.

Se o sujeito aparecer com um papinho que induza você a não fazer isso, ou que o induza a praticar o contrário a terceiros, É TRETA.

– by conselhos do He-man –

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